- Passeando pelo Portal da Saúde vimos uma notícia bem interessante, e abordagens interessantes são sempre bem vindas.
6 de set. de 2011
Doar sangue salva vidas além da transfusão
30 de jun. de 2011
O motivo do bocejo
Quanto ao motivo do bocejo em si, “ele não é inteiramente conhecido”, disse Ebben. “Porém, os dados mais recentes sugerem que ele seja parte de uma reação termorregulatória para ajudar a resfriar o cérebro ao desviar sangue aos músculos faciais, que agem como radiadores e descarregam calor pelo sangue redirecionado”.
Num estudo de caso publicado em 2010 na revista 'Sleep Breath’, foram estudadas duas mulheres com surtos crônicos e debilitantes de bocejos. Mesmo dormindo adequadamente, elas sofriam ataques diurnos frequentes, tão intensos que chegavam a causar lacrimação e coriza.
As duas mulheres descobriram que podiam aliviar ou adiar os sintomas realizando respiração nasal ou aplicando panos frios na testa. Uma mulher descobriu ser possível parar um ataque tomando um banho frio, ou nadando em água fria. A outra mulher descobriu que, após seus ataques, experimentava uma queda de meio grau na temperatura oral.
Segundo os pesquisadores, os resultados foram consistentes com evidências vinculando o excesso de bocejos a desequilíbrios de temperatura, em vez dos níveis de oxigênio e dióxido de carbono no sangue ou algum tipo de distúrbio do sono.
23 de mai. de 2011
Primeiros Socorros: Novas Diretrizes RCP 2010 AHA

Grávida em forma

5 de mai. de 2011
Sistemas de Informação em Saúde e Vigilância Epidemiológica
5 de abr. de 2011
Checkup Inteligente

14 de fev. de 2011
Medo ou frescura?
O que se crê não se cria”
Tony Bellotto / Arnaldo Antunes

me.do ( lat metu) 1. Perturbação resultante da idéia de um perigo real ou aparente ou da presença de alguma coisa estranha ou perigosa; pavor, susto, terror. 2 Apreensão. 3 Receio de ofender, de causar algum mal, de ser desagradável. sm pl Gestos ou visagens que causam susto.
Quem só se deparou com alguma situação de perigo palpável tem uma idéia vaga e global do que seja o medo. Agora, o medo, no sentido psicológico da coisa, vai muito além do conceito acima descrito pelo Dicionário Michaellis. Quanto mais pessoas você conhece, quanto mais você SE conhece, quanto mais você experimenta o mundo, percebe que o medo pode estar presente não só quando você está dentro de um avião que passa por uma zona de turbulência ou quando está caminhando sozinho numa rua escura e erma à noite. O medo vai muito além (ou aquém disso).
As pessoas têm fobias peculiares, particulares e intrigantes que nem sempre são compreendidas pelos outros. Enquanto uns têm fobia de cobras (o que é perfeitamente natural), outros podem ter medo de... borboletas!!! “Ah, mas a borboleta não te faz nada, a cobra pode te matar. Isso é frescura!!!”. Esse é o primeiro raciocínio que viria à mente das pessoas, certo? Certo. Mas completamente errado. O medo não se dá somente por uma situação periclitante. O medo rola por motivos que a psicologia não explica direito. No caso da borboleta, não é um medo palpável. É algo quase que inexplicável mas que não deve jamais ser confundido com frescura.
Tenho uma amiga que tem essa fobia. Parece até engraçado. Ainda mais pela situação. Ela estava no Gates (NR: “famoso pub de Brasília apertado, escuro, mas sempre com muita música legal, festinhas e eventualmente showzinhos”), no meio de uma festa na última sexta-feira, com a pista de dança lotada. E ela olhava, como que hipnotizada, para a tal borboleta que pousava no Globo. Não conseguia ficar tranqüila ainda que (ou até por isso) a pouca luminosidade deixasse o pequeno inseto completamente imperceptível aos olhos dos mortais. Repito: dos mortais. Porque as pessoas que têm medo de coisas “inofensivas” criam um mundo na cabeça delas que não adianta explicar nem entender e muito menos julgar. Exatamente como na letra da música dos Titãs que abre esse texto (“o que se vê não se via”). Basta respeitar. Se a pessoa tem uma peculiaridade freak, você deve ter outras tantas.
Outra amiga tem medo de cavalos e de situações de confusão. É algo que vai além da claustrofobia. Não precisa entender nem tentar explicar. Mas quando a pessoa fica em pânico nessas situações, não adianta querer bancar o psicólogo.Tem que entrar no mundo da pessoa e deixar ela lidar com aquilo. Não há o que se fazer.
Tenho uma ex-namorada que tinha síndrome do pânico. Uma vez, do nada, ela começou a chorar e desfaleceu na minha frente. Desmaiou. E eu não soube o que fazer. A bichinha apagou e aí EU FIQUEI EM PÂNICO. Só não foi pior porque ela tinha me dito várias vezes antes, na maior tranqüilidade: “Olha, se eu desmaiar por aí e ter uma convulsão, não liga não. É normal. É só esperar que eu volto ao normal rapidinho, ta?”. Ah, bom!!! E o medo dela no caso era do quê? Sei lá, de nada!!! Mas a pessoa fica.... com medo!!! Como diz no dicionário acima... “perturbação resultante da idéia de um perigo aparente”. Ainda que inexistente.
Eu mesmo tenho um pânico de altura que não foi superado nem pulando de um bungy jumping de 138m de altura (o segundo maior do mundo) na Nova Zelândia. É seguro? É. Você sabe que não vai morrer, que ninguém nunca morreu lá? Sabe. Mas, mesmo assim, no dia em que eu pulei, das dez pessoas que iam pular, três chegaram lá em cima, olharam para baixo e tiveram vertigens que as impediram de pular. Os caras simplesmente não conseguiam pular. Tem explicação lógica, racional? Não. Talvez a mente diga “pode pular”, mas o corpo responda “tá maluco, mermão? Eu não pulo aí neeeeeeeeeeem fodendo!!!”.
Medo de rato. Medo de barata. Medo de passarinho. Medo de elevador. Medo de água. Medo do escuro (que o Iron Maiden genialmente descreveu em “Fear Of The Dark”, quando diz “Eu tenho um medo constante de que exista sempre algo por perto”). Enfim, medo de tudo. De qualquer coisa. Quanta gente não anda de carro nas estradas brasileiras e morre de medo de avião? Agora vejam o número de acidentes de carro e comparem-nos com os de avião? Claro que morre muito mais gente no asfalto. Mas não adianta. Isso é o argumento racional. E o medo não é racional.
Retirado de : http://www.totalmentesemnocao.com.br/2005/11/medo-ou-frescura.html
24 de jan. de 2011
Ficar acima do peso pode ser melhor para a saúde
Ficar acima do peso pode ser melhor para a saúdePesquisa aponta que pessoas com quilinhos extras conseguem driblar mais doenças e acabam até mesmo vivendo mais
Perder peso de maneira drástica pode ser prejudicial à saúde. Pelo menos é o que diz uma pesquisa publicada no periódico Nutrition Journal. Segundo o estudo, estar ligeiramente acima do peso, mas ingerindo uma dieta balanceada, é mais saudável ao organismo do que viver em constantes regimes restritivos. Pessoas obesas quando adultas tendem ainda a viver mais que idosos magros e a lidarem melhor com algumas doenças, como diabetes tipo 2, doenças cardíacas e falência renal.De acordo com o estudo, pacientes obesos acabam colocando sua saúde em risco quando enfrentam tentativas obsessivas de emagrecer – atitude estimulada pelos órgãos federais de saúde pública. A recomendação do especialistas, no entanto, preza pelo equilíbrio. Para eles, basta que se opte por viver uma vida balanceada entre alimentação e exercício físico, mesmo que, no final das contas, ainda se acabe engordando uns quilinhos.Horário biológico – Para os pesquisadores, os resultados do estudo exibem um dado trivial: deve-se respeitar os sinais de fome e saciedade do organismo. Isso significa que se deve comer o suficiente para matar a fome, e não reduzir a ingestão de alimento com o intuito de emagrecer.“Quando os dados são revistos sem o senso comum de que a gordura é prejudicial, fica evidente que os riscos que a gordura representa para futuras doenças ou para a diminuição da longevidade têm sido exagerados”, diz Linda Bacon, uma das líderes do estudo.
Pesquisa aponta que pessoas com quilinhos extras conseguem driblar mais doenças e acabam até mesmo vivendo mais
Cientistas afirmam ter descoberto gene que espalha o câncer
“Amendoim é tão saudável quanto o morango”
23 de jan. de 2011
Adeus, silicone
A ciência descobre que combinar células-tronco e gordura extraídas do próprio corpo proporciona bons resultados para dar maior volume às mamas e rejuvenescer a face.
Rachel Costa/ Foto: Frederic JeanDisponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/120966_ADEUS+SILICONE
17 de jan. de 2011
Ataque ao DNA

Estudo brasileiro prova que mesmo doses modestas de ecstasy e cocaína já podem afetar os genes.
A notícia deveria assustar qualquer pessoa que não descarta a ideia de um dia experimentar um entorpecente. A biomédica Tathiana Alvarenga, da Universidade Federal de São Paulo, recrutou alguns camundongos com o objetivo de verificar o impacto do ecstasy e de cocaína em células do sangue, do fígado e do cérebro. Os bichos receberam três dosagens diferentes dos narcóticos. Depois mortos, amostras do seu material genético foram submetidas a um método capaz de avaliar sua integridade. “ Doses mínimas de cocaína e um pouco mais elevadas e ecstasy conseguiram causar danos ao DNA. O que não sabemos ainda é se eles são reversíveis”, diz Tathiana. O perigo é que um agravo permanente pode matar a célula. Com bases nesse achado, podemos supor que, em larga escala – como no caso de um usuário -, a agressão aos genes e às células comprometeria o sistema nervoso e o fígado.
Diogo Sponchiato
4 de jan. de 2011
Do you speak English?
Falar mais de uma língua pode atrasar o aparecimento da doença de Alzheimer.Eis a conclusão de um trabalho do Instituto de Pesquisa Rotman, no Canadá, depois de acompanhar cerca de 200 portadores do mal que afeta a memória. Metade dos participantes se comunicava em apenas um idioma e o restante era bilíngue: “Comparando os dois grupos, notamos que as pessoas aptas a falar duas línguas demoraram quase cinco anos a mais para desenvolver os sintomas do Alzheimer”, diz o cientista Fergus Craik. “É um indício de que essa capacidade retarda o início do distúrbio”. Mas é bom esclarecer: “Ser bilíngue não reduz o risco do problema”, mas queremos saber agora se isso pode tornar mais lenta sua progressão”, conta Craik

Cérebro Ativo
Os especialistas canadenses acreditam que as habilidades no campo da linguagem reforçam os laços entre as células nervosas, aumentam a reserva de neurônios em áreas da massa cinzenta envolvidas com a cognição e favorecem o fluxo sanguíneo para o órgão. Tudo isso parece garantir uma maior proteção contra males neurodegenerativos.
Fonte: Revista Saúde
Vitamina C melhora o astral

Uma fatia de mamão no café da manhã, um suco de acerola no almoço, um kiwi no lanche da tarde: Incluir esses alimentos na dieta não é apenas um hábito saudável, mas a receita para manter o ânimo lá em cima.
É o que afirma um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Mcgill, no Canadá: “Os voluntários que receberam suplementação de vitamina C ficaram mais animados. Notamos que eles apresentaram até 35% menos alterações de humor”, relaxa o fisiologista John Hoffer, líder da avaliação.
A dose administrada durante o estudo foi de 500 miligramas diários da vitamina. Mas, segundo Hoffer, 10% dessa quantidade já seria suficiente para não deixar o mau humor se instalar.
RANKING DO ALTO ASTRAL
Acerola ( 1 unidade ) 234 mg
Pimentão amarelo ( 1 unidade ) 231 mg
Caju ( 1 unidade ) 220 mg
Goiaba vermelha ( 1 unidade ) 218 mg
Kiwi ( 1 unidade ) 88 mg
Mamão ( 1 fatia média ) 82 mg
Couve ( 4 folhas ) 73 mg
Morango ( 5 unidades ) 57 mg
Laranja ( 1 unidade ) 53 mg
Limão ( 1 unidade ) 39 mg
Fonte: Revista Saúde


